sábado, 25 de maio de 2013

O dia que parecia feliz!





Porque eu só queria estar em casa, abraçar meus pais, chamar meus cachorros de bebes, e agradecer por mais um dia de vida, passar o dia com meus amigos, e depois a janta de sempre em casa, com “toda” a família e depois o bolo e parabéns.

Mas não, o dia não foi assim, a dor machuca, ela maltrata. Faz-me ter os piores pensamentos, me confundi, tenta me derrubar, mas eu não sou forte, eu sou sim uma criança querendo colo, querendo o seu colo, para me fazer dormir.

Eu juro que não queria ser fraca e frágil, mas não consigo, não sei ser como você, quando eu penso que sou rocha, na verdade não sou nada disso, eu to sozinha, e não adianta eu esperar por você, porque você não vira. Tentei não chorar, não lembrar, mas é impossível. Por mais que a família reúna-se sempre vai haver um lugar vazio, que ninguém além de você pode ocupar. Eu não quero te esquecer, mas gostaria que a dor, amenizasse, desse uma trégua, mas isso é impossível.


PS: Impossível, não chorar. Desculpa!

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